segunda-feira, 21 de maio de 2018

Meu amor.




O meu amor atormenta.
Assim como, no meu amor...
Há tormentas.

Nestes dias, há rebuliço, mar revolto.
Eu mexida, dentro e fora.
Não tem descanso, não há paz, não tem marola.

O meu amor, tem dias de calmaria
Outros dias, não há calma.
Até outro dia mesmo, disso tudo, eu ria.

O meu amor, é anormal.
Porque em horas de aflição.
Passados por ela, resumimos.
- Haaa! Normal.

Já não denomino, o meu amor.
Um dia eu chamo, outro ele vem sozinho.
O meu amor.

E... Ele fica.
Ora, trás paz...
Ora, ventania.

Cristiane Gonzaga, amando.

Breve!





Coisas e pessoas breves.
Às vezes...
Acontecem juntas, unidas.
Outras tantas, em pitadas, separadas.

Em...

Um piscar de olhos.
Um sono pesado.
Um sonho, de qualquer Estação do Ano.
Um pesadelo, daqueles, de acordar suando.

O Breve, tem a conotação que damos.

Quando é muito bom, quando queremos guardar...
Vai breve, reclamamos.
Quando ruim, quando não nos encaixamos.
Rezamos, para que breve, estejamos livres, ainda assim...
Reclamamos.

O que não é  breve, é o prazo que às identificamos.

Assim, nos enrolamos.
Entre valorizar e desmerecer.
O breve, momento, coisa, pessoa...
Passando.


Cristiane Gonzaga, sendo breve.




sexta-feira, 13 de abril de 2018

Hoje, já é amanhã!




Ao certo, eu não serei capaz de afirmar.
Em qual momento, começou a modificar.
Em que ocasião, terminou o tente de novo.
O, ainda não é desta vez, volte 2 casas.

Ouso arriscar um palpite, talvez minha impressão.
Foi quando eu descansei, não liguei, fiz as contas e...
Sozinha...
Estava completa, a conta batia.

Dei de cara com a realidade, eu podia fazer diferente.
Já tinha vivência, experiência e algumas cicatrizes.
Enfim, eu podia optar, escolher, moldar e entregar-me.
Cartas na mesa, jogo com arbitragem incontestável.

Regras claras, letras contratuais legíveis.
Diz-me minha intuição, que o grande diferencial.
Foi não precisar, assinar nada não.
Comprometimento de ambas as partes, desejo e fé no amanhã.

Cristiane Gonzaga, envolta no hoje!


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Fiz bem, estamos bem!



Fiz bem, em lhe recusar.
Dizer que não lhe queria.
Que Jamais me terias.
Justificar que, não me merecias.

Gritar ao mundo, que era desejada.
Mas não cederia.
Que lhe conhecia, nesta armadilha não cairia.
Que desta água (ardente), não beberia.

Fiz bem quando, após alguns dias...
Retirei o que disse, me ofereci e quis.
Voltei atrás, me escancarei, te pedi...
Me perdi.

Fiz bem em não esmorecer, em lhe chamar na razão.
Quando tudo parecia, o já vivido.
Quando achei, que jeito não tinha não.
Quando bambiamos para o não.

Fiz bem em, lhe dizer como queria.
Que não me bastava, você por alguns dias.
Em achar que valia a pena, cair nesta armadilha.
Em convencer-lhe, a embarcar nesse barco à deriva,
... à sua revelia.

Cristiane Gonzaga, embarcada.




terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Valores...


Hoje, desengavetei a tal bandeira do mais amor por favor.
Era tanta poeira, um emaranhado sem fim, mas hoje...
Hoje...
Decidi isso para mim!

Para que se não saia desta vida, devendo e não se sabendo o que!?
Achando que, passou o tempo.
Que não se fez por merecer.
Ou até... que tiraram de você.

Já que sobram problemas, não deveria faltar abraços.
Já que a vida não anda fácil, aceitamos até amassos.
Nestas épocas, que estamos sobrecarregados.
Quem sabe um bilhetinho escrito à mão, pode ser algo safado.

Se é pedir demais, o dosar. Que atire o primeiro suspiro.
Aquele que ousar se negar.
Quando equilíbrio nos faltar. Que nossos corpos, ousem.
Amem-se até estafar.

Porque podemos aceitar, excesso de amor.
Crises de carinho.
Chiliques de tesão.
Mas por favor... não me deixe viver, envolta  em problemas e quase nenhuma solução.

Cristiane Gonzaga, pedindo, por favor não!



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Das voltas que a vida dá...



Dá-se muita atenção ao que não se tem.
Ao que ainda não chegou.
Talvez, ao que nunca nos pertencerá.

Querer mais, é sinal de não estagnar.
Porém uma preposição ao meio disso tudo...
Pode nos frustrar.
Querer DE mais!

Adepta que sou do sobrar.
Transbordar e exagerar sem moderação.
Estou sempre presa na armadilha, do se não!
Envolta em meus excessos.

A tal da vida.
O tal dos dias, que passam.
A fulana da vivência.
Mostram, que querer, sem maiores preposições e/ou adjetivos.
Hoje me faz bem!

Cristiane Gonzaga, feliz com o que se tem!


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ciclos



Sobre ciclos da vida... que eles começam sem Ata de reunião, hora marcada, sem eu ser informada e terminam sem aviso prévio.
Ela chegou, mansa, afetuosa e nunca menos geniosa, dando indícios do por que veio. Invadiu minha vida, da minha família e tomou meu coração pra si.

Fez refém os meus melhores sentimentos, teve de mim os melhores agradecimentos, merecidamente, sem pretensões maiores, fez-se em mim um dos meus amores, maiorais.


Não éramos baú, e toda fofoca era bem vinda e nossos segredos juramentados, mas sempre contados.

Foram tantos ensinamentos, que pretendo não decepcionar.
... e na nossa melhor negritude, éramos tão claras uma com a outra, que hora e outra, tínhamos nossos atritos, e saía faísca, e essa faísca acendia e mantinha a chama do nosso nos querer bem...bem acesa. Amém.

Ela jogava no meu time, torcia pra mim, apostávamos uma na outra e Páh... ganhávamos sempre. Respeitava minha religião e acreditava que todo dia era nosso dia Santo e de Santo. Trocamos alianças, nos alinhavamos. Minha amiga de infância, minha parceira de lambança. Uma das minhas mães, quando a minha precisa que alguém cuide de mim, como só ela cuida.

Tínhamos nossas coisas... estranhas, nos estranhávamos, mas não éramos estranhas uma a outra. Tínhamos nosso escambo particular, Velas vão, alfaces vem... Deus... como nos dávamos bem!

Todos os meus eram Dela, todos os dela, são meus!

Nós não tínhamos limites... igual o cartão Dela.  Agora sou mais pobre... ainda bem que eu sabia que Ela era uma das minhas riquezas... eu sabia!
Hoje o textão não terá fim... eu vou parar pelo meio, como a vida fez conosco...
Para eu agradecer, Oxalá Meu Pai, o privilégio de Tê-la em minha vida, comigo ... dentro de mim....

Hoje eu paro por aqui... sem conclusão, sem ponto final, sem frase de efeito.
Quero deixar em aberto,  poder acrescentar sempre que couber, o meu eterno agradecimento

Segue linhas infinitas em branco....

Cristiane Gonzaga,    Amiga, filha, Parenta, Coléga e parceira da Fulana